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Câmeras e videomonitoramento

O que um sistema de videomonitoramento moderno é capaz de fazer

Do mosaico ao vivo ao boletim assinado: o que um sistema de videomonitoramento com IA faz hoje, em cada etapa, e o que perguntar ao avaliar uma solução.

Por Equipe guardCity · 30 de setembro de 2026 · Leitura de 2 min

Poste de iluminação com uma câmera dome PTZ e três câmeras fixas de vigilância, contra o céu azul de fim de tarde.
Foto: WrS.tm.pl, via Wikimedia Commons (Domínio público)

Mais do que uma parede de telas

Durante muito tempo, sistema de videomonitoramento significou ver e gravar. O videomonitoramento urbano de hoje vai além: detecta, avisa, aciona equipes e registra tudo de um jeito que se sustenta numa auditoria. As capacidades se organizam em quatro etapas.

1. Ver e gravar

  • Todas as câmeras numa tela só, ao vivo e gravadas, inclusive de fabricantes diferentes.
  • Playback pela linha do tempo dos eventos, em vez de rebobinar horas.
  • Gravação com prazo de guarda definido por câmera.
  • Busca nas gravações por descrição, como "moto vermelha com dois ocupantes".

2. Detectar

  • Reconhecimento facial, comparando rostos com uma lista autorizada.
  • Leitura de placas de veículos.
  • Perímetro virtual: alerta quando algo entra numa área definida.
  • Detecção de câmera obstruída, girada ou fora de foco.

Cada detecção tem limites de imagem e de instalação, tratados em análise de vídeo com IA. Reconhecimento facial em espaço público exige salvaguardas específicas, descritas no guia sobre reconhecimento facial e LGPD.

3. Agir

  • A detecção vira ocorrência na central, com imagem, câmera e horário anexados.
  • Mapa operacional com as equipes em rua e envio para o aplicativo da viatura mais próxima.
  • Rondas com comprovação de passagem e escala do dia ligadas ao despacho.
  • Câmera com defeito abrindo ordem de serviço para a equipe técnica.

4. Prestar contas

  • Boletim digital assinado ao fim do atendimento.
  • Evidência exportada com hash, autor e horário.
  • Trilha de cada consulta e de cada reconhecimento, com permissão por órgão e área.
  • Indicadores de operação calculados a partir desses registros.

É dessa etapa que saem os indicadores de segurança municipal e a proteção de cadeia de custódia que torna a imagem aproveitável num processo.

O que perguntar ao avaliar um sistema

  • Funciona com as câmeras que a cidade já tem, ou exige trocar?
  • O alerta chega com a imagem que o justifica, e alguém confere antes da ação?
  • Onde ficam os dados, e quem tem acesso?
  • Dá para reconstruir, depois, quem viu, decidiu e exportou cada coisa?

O FaceGuard reúne as quatro etapas num sistema só: câmeras de qualquer fabricante por RTSP e ONVIF, detecção de rosto, placa, perímetro e obstrução, despacho, rondas, escalas e ordens de serviço, com os dados guardados no próprio ente público.

Produto da casa. Este blog é mantido pela BNP Soluções em TI, que desenvolve e vende o guardCity, o FaceGuard e o DirectLuz citados nos artigos.

Onde o guardCity entra nisso

  • FaceGuard

    VMS com IA da guardCity: reconhecimento facial e leitura de placas em câmera comum, despacho, rondas, escalas e ordens de serviço em um só sistema auditável.

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