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FaceGuard: VMS com inteligência artificial para segurança pública

A plataforma que unifica a operação de segurança da cidade: as câmeras que o município já tem entram como estão, a inteligência detecta, a central despacha e tudo fica registrado com autor, hora e evidência.

O que faz

Monitoramento de vídeo

Todas as câmeras da cidade em uma tela só, ao vivo e gravadas, com playback pela linha do tempo dos eventos, exportação de evidência e busca em linguagem natural.

Reconhecimento facial e leitura de placas

Visão computacional roda no servidor com GPU, no edge sem internet ou em cluster, sobre câmeras de qualquer fabricante. Rosto, placa, perímetro virtual e tampering.

Despacho de ocorrências

A detecção vira ocorrência na central, com mapa operacional e equipes ao vivo, e chega ao app da viatura mais próxima. Termina em boletim digital assinado, com workflow de aprovação.

Rondas com comprovação

Rota com checkpoint por GPS, comprovação de passagem e cobertura medida por turno. Ronda que só existia no papel passa a ter registro.

Escalas e efetivo

Escalas 12x36, 6x1 e plantão, banco de horas e no-show por GPS. Quem está de folga não recebe ocorrência, e a falta aparece no mesmo dia.

Ordens de serviço e almoxarifado

Câmera parada vira ordem de serviço com prazo, responsável e peça retirada do almoxarifado, com alerta quando a OS atrasa e histórico por câmera.

Auditoria e LGPD

Trilha imutável de cada match e consulta, retenção configurável por câmera, permissão por órgão e área, exportação com hash e autor. Os dados ficam no próprio ente público.

Como funciona

  1. Captar. As câmeras que a cidade já tem entram na plataforma como estão, de qualquer fabricante. Nada de trocar equipamento para começar a operar.
  2. Processar. A visão computacional detecta rosto, placa, perímetro e tampering, e indexa a cena para busca semântica, em menos de 200 ms por quadro analisado.
  3. Coordenar. A detecção vira ocorrência na central de despacho, com mapa operacional, equipes ao vivo e envio para o app da viatura mais próxima, com rondas e escala do dia no mesmo lugar.
  4. Auditar. Boletim digital assinado, evidência exportada com hash e autor, retenção configurável por câmera e trilha imutável de cada match e consulta.

Perguntas frequentes

Preciso trocar as câmeras que a cidade já tem?

Não. O FaceGuard trabalha com câmeras IP de qualquer fabricante, por RTSP e ONVIF. O parque instalado é aproveitado como está, e a inteligência roda no servidor, no edge ou em cluster.

Onde ficam os dados de reconhecimento facial?

No próprio ente público, com retenção configurável por câmera, permissão por órgão e área e trilha imutável de cada match e consulta. É o desenho que permite prestar contas nos termos da LGPD.

O FaceGuard é só reconhecimento facial?

Não. O reconhecimento facial e a leitura de placas são a camada de detecção. Em cima dela ficam o despacho de ocorrências, as rondas com GPS, as escalas de efetivo e as ordens de serviço, no mesmo sistema.

Quem usa o FaceGuard hoje?

Prefeituras, guardas municipais e órgãos de segurança pública, de João Pessoa (PB) a Rio Grande da Serra (SP), com mais de 50.000 equipamentos monitorados.

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