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Mapa do site
Todas as páginas públicas do guardCity num lugar só: produtos, módulos do FaceGuard, guias, artigos do blog e páginas institucionais. A lista é gerada a partir do mesmo registro que alimenta o sitemap.
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Produtos
- FaceGuard — VMS com IA da guardCity: reconhecimento facial e leitura de placas em câmera comum, despacho, rondas, escalas e ordens de serviço em um só sistema auditável.
- DirectLuz — Telegestão de iluminação pública: cadastro de postes e luminárias, detecção de falha, ordens de serviço com equipe de campo e indicadores de SLA.
Módulos do FaceGuard
- ViewGuard — Monitoramento de vídeo do FaceGuard: câmeras de qualquer fabricante ao vivo e gravadas, playback por evento, evidência exportável e busca em linguagem natural.
- UrbanGuard — Módulo de despacho do FaceGuard: a detecção vira ocorrência na central, chega ao app da equipe mais próxima e termina em boletim digital assinado.
- PatrolGuard — Módulo de rondas do FaceGuard: rota com checkpoints por geofence, comprovação de passagem por GPS, score por patrulha e cobertura medida por turno.
- TimeGuard — Módulo de escalas do FaceGuard: regimes 12x36, 6x1 e plantão, banco de horas, no-show por GPS e check-in, viaturas e postos por turno, ligados ao despacho.
- HelpGuard — Módulo de ordens de serviço do FaceGuard: a falha detectada vira OS com prazo, responsável e peça do almoxarifado, com app de campo e alerta de atraso.
Assuntos do blog
- Cidades inteligentes — Como planejar, contratar e integrar a tecnologia da cidade a partir do problema, e não do catálogo do fornecedor.
- Câmeras e videomonitoramento — Escolha, instalação, gravação e inteligência artificial nas câmeras do município, do poste à evidência.
- Iluminação pública — LED, manutenção e a relação entre a luz da rua e a operação de segurança, do chamado do morador ao ponto consertado.
- Gestão e operação — Indicadores, manutenção da rede e uso dos dados da operação para decidir escala, ronda e prioridade.
Artigos do blog
- O que é smart city (cidade inteligente): definição e referências no Brasil — O que é smart city, como a Carta Brasileira para Cidades Inteligentes define o termo, que áreas envolve e como a norma ABNT NBR ISO 37122 mede o resultado.
- O que é videomonitoramento urbano e como ele funciona — Videomonitoramento urbano é a rede de câmeras da cidade ligada a uma central que vê, grava e age. As peças do sistema, do poste ao operador, e onde falham.
- O que um sistema de videomonitoramento moderno é capaz de fazer — Do mosaico ao vivo ao boletim assinado: o que um sistema de videomonitoramento com IA faz hoje, em cada etapa, e o que perguntar ao avaliar uma solução.
- Cidade inteligente na prática: o que é, sem o folheto — Cidade inteligente não é comprar sensor: é juntar o que a cidade já mede, transformar em decisão e registrar quem decidiu. O que isso significa no dia a dia.
- Por onde começar um projeto de cidade inteligente no município — Inventário do que já existe, um problema prioritário, piloto com medição antes e depois e contrato que não prende os dados: o roteiro para o primeiro projeto.
- Plataforma integrada ou um sistema por secretaria: como decidir — Plataforma única ou sistemas separados por secretaria? Comparamos os dois caminhos em integração, dependência, custo de troca e operação diária da prefeitura.
- Câmera IP ou analógica com DVR: o que muda para o município — Câmera IP ou analógica com gravador local? Comparamos cabeamento, imagem, integração com IA, manutenção e o que fazer com as câmeras já instaladas.
- Onde instalar câmeras na cidade: critério antes de quantidade — Mais câmeras não significam mais segurança. Como escolher os pontos a partir das ocorrências, dos acessos, da iluminação e da capacidade real de monitorar.
- LED ou vapor de sódio na iluminação pública: o que muda além da conta — Trocar vapor de sódio por LED muda consumo, manutenção, cor da luz e imagem das câmeras. Comparamos os dois e mostramos o que medir antes e depois da troca.
- Iluminação pública e câmeras: por que tratar as duas redes juntas — A câmera noturna depende da luz da rua, e o poste costuma ser o mesmo. Por que planejar e manter iluminação e videomonitoramento como uma rede só compensa.
- Análise de vídeo com IA: o que dá para esperar, e o que ainda não — O que a inteligência artificial em câmeras já faz bem, onde ainda erra e por que o alerta automático precisa de revisão humana e de medição na câmera da cidade.
- O que é gêmeo digital de uma cidade, e o que ele exige antes do 3D — Gêmeo digital é a réplica virtual da cidade alimentada por dados reais. De onde vem o termo, para que serve na gestão urbana e o que precisa existir antes dele.
- Sensores e internet das coisas na cidade: o que medem e o que fazer com o dado — Internet das coisas (IoT) urbana: que sensores uma cidade usa, como o dado chega à prefeitura e por que sensor sem responsável pelo alerta não resolve nada.
- Indicadores que a segurança municipal consegue medir sem inventar número — Tempo de resposta, câmeras em funcionamento, ocorrências por área e reincidência: indicadores que a secretaria mede com dado próprio, e o cuidado com cada um.
- Manutenção da iluminação pública: do chamado ao ponto consertado — Cadastro de pontos, registro do chamado, ordem de serviço com prazo, evidência de conclusão e reincidência: como organizar a manutenção da luz da cidade.
- Câmera parada é ponto cego: como manter as câmeras da cidade — Câmera que para de gravar só é notada quando alguém precisa da imagem. Como detectar a falha antes, priorizar o reparo e decidir entre consertar e trocar.
- De quem são os dados da cidade: o que garantir no contrato — Gravações, cadastro de ativos e histórico de ocorrências são da prefeitura. As cláusulas que garantem acesso, exportação e saída do fornecedor sem perder nada.
- Por quanto tempo guardar as gravações das câmeras da cidade — Não existe prazo único de retenção de vídeo. Como definir o prazo pela finalidade, calcular o armazenamento necessário e separar o que vira evidência do resto.
- Como planejar a escala da guarda municipal com os dados da operação — Onde e quando as ocorrências acontecem, o que a ronda cobriu e quem de fato assumiu o turno: como usar esses registros para montar a escala da guarda municipal.
- Como montar a central de videomonitoramento do município: equipe, câmeras, sistema — O que a prefeitura decide antes de montar a central de videomonitoramento: quem opera, quais câmeras entram, qual sistema e o que acontece depois do alerta.
- Reconhecimento facial em espaço público: o que a LGPD exige da prefeitura — O que a prefeitura precisa ter antes de ligar o reconhecimento facial: base legal, finalidade, relatório de impacto, encarregado e trilha de auditoria.
- Aproveitar as câmeras que a cidade já tem: integração com qualquer fabricante — Como colocar as câmeras que a cidade já tem, de vários fabricantes, em uma plataforma com IA: RTSP, ONVIF, fluxo secundário, relógio e regra de detecção.
- Por que a leitura de placas erra, e como cobrar do fornecedor — Por que a leitura automática de placas erra: ângulo, altura, iluminação, obturador, placa em pixels, relógio e regra desligada. E como medir o acerto.
- Cadeia de custódia de vídeo: como exportar imagem que vale como prova — O que uma exportação de gravação precisa ter para servir como prova: hash, autor, horário, prazo de guarda, quem acessou e link de download rastreado.
- Da câmera à viatura: despacho digital na guarda municipal — Como o alerta da câmera vira ocorrência na central, chega ao app da viatura mais próxima e termina em boletim digital assinado, com tempo de resposta medido.
- Termo de referência para videomonitoramento com IA: o que pedir e o que evitar — Como escrever o termo de referência de videomonitoramento com IA: exigências que protegem o município, cláusulas que travam a contratação e o que medir.
- Telegestão de iluminação pública: o que muda na operação — Cadastro georreferenciado de postes e luminárias, falha detectada antes da reclamação, ordem de serviço com prazo e equipe de campo, e SLA medido por região.